02 de Dezembro de 2009

Lisboa, 29 de Novembro de 2009, o dia em que um concerto épico estava para acontecer. O dia de espera foi longo, já de manhãzinha se via bastante gente a rondar o Pavilhão Atlântico.

 

 

 

À medida que as horas iam passando, mais gente se juntava à fila do pavilhão Atlântico, mesmo com a chuva e o frio que se fazia sentir por Lisboa.

 

Chegada então a hora da abertura das grades, as pessoas correram o mais depressa possível com a esperança de um bom lugar na frente.

 

 

 

Depois de mais algum tempo de espera, começou a tocar a banda de abertura, Biffy Clyro, que não desiludiu, muito pelo contrário, foi uma boa manira de aquecer os Musers presentes no recinto, já preparados para o espectaculo que se seguia. Com uma setlist de 8 músicas, começando na That Golden Rule e a acabar com a Mountains, o trio de abertura despediu-se deixando a espectativa dos grandes músicos da noite.

 

 

 

Os biffy dão o ultimo acorde, despedem-se e sente-se a mudança de ambiente no ar. A ansiedade e o nervosismo crescem para lá do suportável. Os muse estão a chegar. Entretanto durante as espera o público ía fazendo ondas por todo o Pavilhão.

 

 

A mudança do palco parece interminável até que as luzes se apagam e se ouve a intro "we are the universe", assim entramos noutra dimensão. Uma por uma, as luzes dos três enormes prédios no meio do palco acendem-se, vultos humanos sobem as escadas e por fim caem, assim como os panos que escondiam os muse, cada um em cima de um dos enormes pilares.

 

 


Ouvem-se os acordes da uprising, o primeiro single do novo albúm, e o público canta em plenos pulmões a música do início ao fim. Feiches de luz atravessam o pavilhão levando o público a uma especie de hipnose, que se mantem com a música seguinte, "Resistance".

 

 


Logo a seguir começam-se a ouvir umas notas em pianos, bem conhecidas... chegou a “new born”. Vários raios laser verdes invadiram o recinto assim que se ouviu aquele riff mostruoso que se apoderou do público e nos fez saltar descontroladamente.

 

Seguiu-se uma das músicas preferidas de muitos fãns da banda, "Map Of The Problematique", um dos grades exitos do álbum Black Holes and Revelations que nunca foi esquecido, juntamente com a famosa "Supermassive Black Hole" que abriu portas a um extase total, mas ainda muito estava para vir...

 

Assim que Matt Bellamy tocou os primeiros acordes da "MK Ultra", foi o delírio total. Era talvez a música do novo álbum mais aguardada pelos fãns para ouvir ao vivo. Acompanhados com as grandes colunas de vídeo, os três membros dos Muse conseguiram um fantástico dinamismo que se prolongou até se ouvir o "Interlude"... já se sabia o que vinha aseguir. O Chris chegou-se um pouco à frente e mostou quem manda ao tocar a famosa parte do baixo da "Hysteria". Foi então que as vozes da multidão gritaram mais alto do que o próprio Matt Bellamy, fazendo-se sentir a força dos portugueses.

 

 

(em actualização)

publicado por muse.PT às 21:33
Se me puderes ir mandando pastas zipadas com as fotos que arranjaste, agradecia. :)

garnaclleez@hotmail.com

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Marta a 3 de Dezembro de 2009 às 18:16
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